Nos últimos anos continuam a aumentar a área ardida em incêndios, um dos vários fenómenos climáticos que causam uma enorme devastação.
Qual a relação entre alterações climáticas e incêndios?
- Temperaturas mais elevadas
- Maior seca
- Ventos fortes
- Aumento da intensidade dos incêndios
Um exemplo particular foi o incêndio na Sibéria em 2020, onde milhões de hectares de árvores boreais foram queimados e libertaram uma enorme quantidade de gases com efeito de estufa para a atmosfera.
Não existe um valor exato para as perdas sofridas nestes incêndios na Sibéria, uma vez que ocorreram em zonas remotas e em plena pandemia de Covid-19.
Isto causou grande preocupação porque:
Degelo do permafrost:
O calor dos incêndios acelerou o degelo do permafrost, libertando ainda mais carbono armazenado no solo e criando um ciclo vicioso de aquecimento.
Aumento das temperaturas nas regiões árcticas e subárcticas
Os verões longos e quentes que têm assolado as zonas árcticas e subárcticas estão a criar cenários perfeitos para incêndios como o da Sibéria.
Secagem em massa do solo
O degelo do permafrost tornou o solo mais poroso e seco. Isto, juntamente com o aumento do calor que evapora a humidade do solo e a alteração da pressão.
Fenómeno Global
Países de todo o mundo registaram um aumento significativo de incêndios nas suas regiões. Com a ajuda de imagens satélite, é possível ver algumas das áreas mais afectadas, sendo elas:
- Portugal
- Espanha
- Canadá
- França
- Grécia
- Itália